Polícia descobre esquema no qual médicos declaravam bebês como mortos e os repassavam para traficantes vendê-los

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Quando nós pensamos que já vimos de tudo, volta e meia acabamos surpreendido por algo diferente que acontece ao nosso redor. O problema é que nem sempre a surpresa é positiva, infelizmente.

Na Índia, um caso chocante envolvendo bebês foi descoberto pela polícia. Em diversos hospitais do país, logo após o parto, médicos estão declarando aos pais que as crianças nasceram mortas.

Contudo, tudo não passa de uma armação. Na realidade, os recém-nascidos, vivos,são tirados dos pais e deixados em quartos separados, onde são vendidos para outras famílias.

Dá para descrever o quanto isso é absurdo?

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Ao diagnosticarem os bebês como mortos, os médicos não deixam que os pais ‘vejam os corpos’ e retiram as crianças imediatamente da sala de parto.

Em posse dos traficantes, as crianças são vendidas não só em cidades espalhadas pela Índia, mas como também para outros países, como Estados Unidos e Reino Unido, conforme a polícia averiguou.

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O crime foi descoberto após reclamações de pais. Eles recebiam as certidões das ‘crianças natimortas’, mas eram proibidos de vê-las. Os pais acionavam ONGs e conforme o número de casos semelhantes aumentava, as entidades começaram a levantar suspeitas.

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A ação policial foi responsável pela prisão de 13 pessoas envolvidas com o crime e dois bebês foram salvos. Eles estavam escondidos em um lar de repouso para idosos.

É assustador pensar que assim como o caso ocorrido na Índia, situação semelhante pode acabar existindo em qualquer outro país do mundo.

Portanto, pais, fiquem atentos! Não confie cegamente em médicos ou funcionários hospitalares. E se, tristemente, acontecer da criança ser declarada morta, exija o direito de ver o cadáver e de possuir um certificado de nascimento relevante. Trapaceiros existem em todo lugar.

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